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DMZ de Modern Warfare 4: como vai funcionar o modo de extração em Hajin, que agora vem no jogo pago

O DMZ de Modern Warfare 4 chega em 23 de outubro com o mapa Hajin, base própria, chefes e níveis de ameaça. Veja como funciona, o que mudou desde o DMZ de 2022 e por que agora ele vem só no jogo pago.

DMZ de Modern Warfare 4: como vai funcionar o modo de extração em Hajin, que agora vem no jogo pago Divulgação / Activision

A Activision dedicou a primeira semana de outubro ao terceiro pilar de Call of Duty: Modern Warfare 4. O DMZ de Modern Warfare 4 ganhou um guia oficial enorme no blog do jogo, na segunda-feira (5), e uma série de vídeos de bastidores. O modo de extração chega junto com a campanha e o multiplayer em 23 de outubro, e a mudança mais importante já está clara: ele deixou de ser um extra gratuito e virou parte do jogo pago.

Por que o DMZ precisava de uma segunda chance

O primeiro DMZ apareceu em novembro de 2022, junto com Modern Warfare II e Warzone 2.0, como um modo gratuito ligado ao ecossistema do Warzone. Ganhou uma comunidade fiel, mas nunca saiu da fase beta e perdeu o suporte no fim de 2023, quando a série seguiu pra Modern Warfare III.

Na análise do TechTimes, o modo morreu por depender do calendário do Warzone, e a Infinity Ward diz ter refeito o DMZ do jeito certo desta vez. Agora, o modo vem dentro de Modern Warfare 4, disponível só pra quem comprar o jogo, com economia própria. O dinheiro encontrado nas incursões, por exemplo, é o que libera as armas, impressas numa impressora 3D da base.

Hajin, uma zona de exclusão na Coreia

O mapa novo se chama Hajin, uma região isolada e marcada por radiação depois do desastre num reator nuclear ligado à campanha. É maior do que Al Mazrah, o mapa do DMZ antigo, e tem dois lados bem diferentes. No oeste, área que pertencia à Coreia do Norte, o cenário é rural e militar, com pontos como uma prisão política e uma base aérea. No leste, de antiga influência sul-coreana, a paisagem fica urbana, com hospital, shopping, estádio e um bairro residencial.

O ponto mais perigoso é o reator de Haneul, cercado por uma nuvem tóxica e radioativa. Pra entrar, é preciso roupa de proteção e máscara de gás. Um setor sob controle russo deve abrir na segunda temporada.

Inimigos, ameaça e furtividade

Hajin é patrulhada por uma facção secreta norte-coreana, com tropas paradas e em movimento. O comportamento delas depende do nível de ameaça de cada área, que sobe conforme você chama atenção. Inimigos podem ignorar, procurar ou atacar o jogador. O guia oficial recomenda eliminações silenciosas, com armas brancas, facas de arremesso ou tiros com supressor, pra atravessar as zonas mais quentes sem alarde.

Há também dois tipos de chefe:

  • Tenentes: alvos de alto valor, mais resistentes, que deixam a arma e uma caixa de plaquetas. Pegar a caixa mostra sua posição no mapa pra todos os outros jogadores, então o recomendado é fugir logo depois
  • Comandantes: chefes que circulam pelo mapa, quase imunes a armas comuns, que exigem estratégia e rendem bons itens e muita experiência

Como se chega e como se sai

Dá pra rodar o mapa de várias formas: veículos terrestres, um trem automático que cruza a área de influência sul-coreana, um bonde elevado em volta da cidade, botes rápidos e helicópteros. Pra sair com o que você saqueou, é preciso encontrar um ponto de extração, marcado por fumaça verde, chamar o helicóptero e segurar a posição até ele chegar, enquanto a pressão inimiga aumenta.

O que você extrai fica guardado pra sempre. O que você leva e perde no meio do caminho, perde de vez.

A base: o FOB

Entre uma incursão e outra, você volta ao FOB, a base de operações avançada, que funciona como depósito e ponto de encontro. Ali ficam o baú permanente, a impressora 3D pra fabricar equipamento, um vendedor com estoque que muda todo dia, o quadro de chefes e um placar dos melhores caçadores de recompensa. Também dá pra criar vários operadores, cada um com equipamento, mochila e árvore de habilidades próprios, divididos em combate, coleta e utilidade. A progressão vai até o nível 70, e a Activision prometeu uma segunda parte do guia, dedicada só às estações da base.

Data, plataformas e o que esperar

O DMZ chega em 23 de outubro no PS5, Xbox Series X|S, PC e Switch 2, junto com a campanha que contamos no post sobre o trailer de Modern Warfare 4. A Activision está apostando alto num gênero que cresceu muito nos últimos anos, e a estrutura descrita resolve os problemas mais citados no DMZ original. A dúvida é se o público de Call of Duty, acostumado a partidas rápidas, vai abraçar um modo em que perder tudo faz parte do jogo.

Fontes:

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