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Castlevania: Belmont’s Curse estreia com notas altas, legendas em português e preço de R$ 169,90

Castlevania: Belmont's Curse saiu nesta quinta (15) com média 86 no OpenCritic e até nota 10. Veja o que a crítica elogiou, as reclamações, o preço de cada edição no Brasil e se vale comprar agora.

Castlevania: Belmont’s Curse estreia com notas altas, legendas em português e preço de R$ 169,90 Divulgação / Konami

A espera acabou. Castlevania: Belmont’s Curse chegou nesta quinta-feira (15) às lojas, com versões pra PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC, e a página da Steam até registra a liberação um dia antes, na quarta. É o primeiro Castlevania realmente novo em mais de dez anos, lançado no ano em que a série faz 40, e a crítica recebeu bem: o OpenCritic mostra média 86, com 96% dos veículos recomendando.

A história se passa em 1499, numa Paris em chamas. Trevor Belmont, o herói que já derrotou Drácula, sai pelas ruas com a filha, Rose Belmont, pra caçar as criaturas que descem do castelo, e ela acaba envolvida numa conspiração maior. Quem acompanhou o anúncio aqui no site já conhece os estúdios por trás do jogo, ligados a Dead Cells, como contamos quando Belmont’s Curse ganhou data.

As notas, plataforma por plataforma

Os números abaixo foram consultados na tarde de 15 de outubro e ainda podem mudar com novas análises:

OndeNota
OpenCritic (média de 84 análises)86, com 96% de recomendação
Metacritic, PS5 (55 análises)85
Metacritic, Xbox Series X (6 análises)88
Metacritic, PC (29 análises)82
Metacritic, Switch (5 análises)78
GameSpot e Shacknews10
IGN8
Push Square7
Gamers & Games (Brasil)7,7

No Metacritic, nenhuma das análises da versão de PS5 é negativa. Quando a primeira leva de notas saiu, com 86 nos dois agregadores, o site TheGamer fez as contas e colocou Belmont’s Curse como o Castlevania mais bem avaliado desde Dawn of Sorrow, de 2005, atrás só de Circle of the Moon, Aria of Sorrow, Symphony of the Night e do próprio Dawn of Sorrow. A nota do público no Metacritic só abre na sexta (16), por causa da regra que segura as avaliações de usuários por 36 horas.

O que a crítica elogiou

O GameSpot, que deu nota máxima, destaca que cada peça funciona sozinha e também em conjunto: combate flexível, deslocamento acrobático, quebra-cabeças bem ajustados, elenco interessante e um sistema de tarô que amarra tudo. A IGN gostou das ferramentas de marcação no mapa, da nova protagonista e de um movimento que exige reflexo, e vê o jogo levando a série pra um ritmo mais moderno, com a ação em primeiro plano. O ComicBook, por sua vez, tranquilizou quem desconfiava da Evil Empire no comando: pra ele, o estúdio trata a franquia com carinho, como já tinha mostrado na expansão de Castlevania pra Dead Cells.

Onde ele tropeça

As ressalvas existem. A Push Square achou o controle um pouco lento pra responder em alguns momentos, o que rende mortes frustrantes, e diz que, num gênero lotado de metroidvanias, o jogo não faz o bastante pra se destacar. A análise brasileira do Gamers & Games foi a mais dura: reclama de equilíbrio irregular, de mapas grandes com deslocamento lento e da falta de viagem rápida entre os pontos de cura e salvamento, o que torna o vaivém pelo castelo cansativo da metade pro fim.

O chicote voltou ao centro

Na época do anúncio, a demo da Gamescom tinha mostrado Rose lutando mais com espada do que com o chicote da família. A descrição oficial da Konami esclarece: o chicote, o lendário Matador de Vampiros, está de volta, como arma e também como ferramenta pra se balançar pelo cenário. Entre os chefes estão velhos conhecidos da série, como Carmilla, a Medusa e a própria Morte, e também rostos inéditos, entre eles Joana d’Arc. Cada chefe derrotado fica preso numa carta de tarô e vira um Arcano, que libera magias e ações especiais. Há ainda armas de sete categorias e relíquias com efeitos de ataque e defesa.

Preço, edições e idiomas

LojaEdição padrãoMidnight Edition
PlayStation StoreR$ 169,90R$ 229,90
XboxR$ 169,90R$ 229,90
SteamR$ 169,90R$ 229,90

A Midnight Edition acrescenta uma galeria digital de arte e trilha sonora e um pacote de itens bônus, sem campanha extra. Menus e legendas estão em português do Brasil; o áudio fica em inglês, japonês ou coreano. Não existe versão própria pro Switch 2: quem tem o console novo joga a edição de Switch pela retrocompatibilidade. No PC, a configuração mínima listada na Steam já exige Windows 11 e 16 GB de memória.

Comprar já ou testar a demo antes?

Pra quem gosta de metroidvania e esperava um Castlevania de verdade há mais de uma década, a resposta parece ser sim: o consenso da crítica é de um retorno caprichado, com identidade própria. Quem tem pouca paciência pra voltar por áreas já exploradas deve começar pela demo gratuita, que leva o progresso salvo pro jogo completo. É o jeito mais barato de descobrir de que lado das notas você vai ficar.

Fontes:

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